Cachoeira ganhou notoriedade da imprensa e opinião pública brasileira
(com até repecussão internacional, pois chegou a ser chamado de "Charlie Waterfall", pelo New York Times)[5]
em 2004, após a divulgação da fita gravada em 2002 por ele mesmo
juntamente com outro empresário Waldomiro Diniz, divulgada pela Revista Época
em 13 de fevereiro de 2004. Na gravação, Waldomiro Diniz aparece
extorquindo Augusto Ramos para arrecadar fundos para a campanha
eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Augusto Ramos numa concorrência pública.
No entanto, a ajuda de 2002 não ocorreu, razão na qual Cachoeira enviou a fita ao então senador Antero Paes de Barros, que por vez enviou ao Ministério Público de Brasília, na qual os repotéres da revista Época conseguiram a cópia.
Após a divulgação da denúnca, Waldomiro Diniz deixou o governo no mesmo dia, provocando a primeira crise política no Governo Lula. A oposição e até aliados do governo tentaram criar CPI dos Bingos, mas as manobras do presidente Lula barraram a criação, deixando o governo sob suspeita até o surgimento do Escândalo do Mensalão em 2005.
Durante o ano de 2004, a imprensa brasileira dedicou grande espaço para divulgar esta, que foi a primeira crise ética (ou política) do Governo Lula.
A divulgação das imagens de entrega de propina enfraqueceu a posição
política influente do então ministro José Dirceu no governo, pois Diniz
era assessor direto e amigo pessoal de Dirceu por quase 12 anos
(1992-2004). Em 2005,
após surgimento do Mensalão e as graves acusações do envolvimento do
ministro no esquema e ao caso não investigado de 2004, culminou no
pedido de demissão do virtual então chamado Primeiro Ministro.
Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/02/entenda-envolvimento-de-cachoeira-em-escandalo-no-governo-lula.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira
quinta-feira, 12 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
A Farsa do Enem
Constantemente a mídia divulga de forma otimista notícias sobre o Enem e entre outros, como se fossem a coisa mais normal do mundo. O
Estado tem que oferecer educação de qualidade e gratuita para a
população, como acontece em muitos países desenvolvidos, porém, as elites
não querem que o povo se liberte pela educação e o conhecimento, e para conseguir
seus objetivos oferecem gratuitamente este lixo que chamam de educação
publica e gratuita, mas o melhor é sempre difícil. A indústria cultural,
termo cunhado por ADORNO e HORKHEIMER, durante a década de 1940 sob o
impacto do nazismo, tem como principal objetivo vender uma idéia e, para
isso, usa da estratégia da repetição que tenta persuadir o espectador a
aceitar suas mensagens como verdadeiras (Fadul, 2008, p.54-55). No início o Enem começou como um exame só para avaliar os alunos do ensino médio e sem importância, mas depois foi ganhando credibilidade e confiança das instituições de ensino, e posibilitou a entrada de muitos alunos da rede pública nas faculdades, mas então a elite percebendo isto, começou a dificultar e endurecer as regras e o nível das provas, mas a questão é: Quem vem de escola publica como as municipais e estaduais em sua maioria recebe um ensino de qualidade para disputar com que fez os melhores colégios e cursos? Nunca!
A "escola dualista" ou "escola capitalista" termo proposto por Baudelot e Establet que desenvolveram a tese sobre uma escola dividida, que segrega os mais pobres e condiciona um resultado escolar sempre favorável aos herdeiros das elites econômicas (Gadotti, 1998).
As escolas públicas e privadas que atendem às elites econômicas, seja pelas altas mensalidades ou pela dificuldade de acesso, via concursos vestibulares muito concorridos e que estão baseados em conhecimentos muito elaborados, comporiam a rede de ensino elitizada( secundária superior).
As escolas públicas e privadas que atendem as camadas de baixa renda da população, os filhos dos dominados e explorados, comporiam a rede ensino comum (primaria profissional). As redes SS e PP abarcam todos os níveis de ensino (Fundamental, Médio e Superior), criando uma rede para os ricos e outra para os pobres, com os objetivos de banalizar os conhecimentos oferecidos para as classes dominadas e impor sobre toda a sociedade os valores dos dominantes.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Compromisso Zero
Duas conferências aconteceram no Rio em junho. Uma festiva, colorida,
cheia de ideias para um futuro mais justo, mais verde e mais
equilibrado, na Cúpula dos Povos. Outra sisuda, gelada, entre paredes
sem janelas.
A última deveria indicar o caminho para o futuro que queremos. Mas nem chegou perto da realidade.
“Nós cobramos compromissos e ações urgentes. Eles nos entregaram omissão e inércia. Deram as costas para os problemas do mundo e principalmente das populações mais vulneráveis”, afirma Marcelo Furtado, diretor-executivo do Greenpeace Brasil. “Nossos líderes se mostraram menores do que os problemas que temos de enfrentar.”
O documento da Rio+20 é desprovido de ambição, metas e datas. É o típico texto que todo governo exalta, pois não exige nenhum compromisso. Qualquer habitante do planeta que leia esse texto e busque ali uma esperança para um futuro mais verde e mais justo se frustrará entre tantas palavras dúbias e vazias.
O governo brasileiro, que liderou as negociações, mostrou sua verdadeira face para o mundo ao comemorar que fechou um texto – mesmo sem conteúdo. E Dilma Rousseff ainda destacou, como grande realização, evitar um retrocesso em relação à ECO-92. No momento em que o planeta se encontra, com recursos naturais consumidos num ritmo mais alto do que permite sua recuperação, com crise de empregos sustentáveis para jovens e mais desigual, a fala da presidente é no mínimo uma disfunção cognitiva.
Mais de 190 países mandaram representantes para o Rio para buscar soluções para problemas ambientais e sociais, não para exaltarem as belezas da cidade – como muitos fizeram em suas falas na conferência. E, depois de usarem o palco montado pelo Brasil, voltam para seus países com um sorriso no rosto, enquanto suas populações continuam sem comida, sem justiça e sem um ambiente saudável para viverem.
Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Compromisso-zero/
A última deveria indicar o caminho para o futuro que queremos. Mas nem chegou perto da realidade.
“Nós cobramos compromissos e ações urgentes. Eles nos entregaram omissão e inércia. Deram as costas para os problemas do mundo e principalmente das populações mais vulneráveis”, afirma Marcelo Furtado, diretor-executivo do Greenpeace Brasil. “Nossos líderes se mostraram menores do que os problemas que temos de enfrentar.”
O documento da Rio+20 é desprovido de ambição, metas e datas. É o típico texto que todo governo exalta, pois não exige nenhum compromisso. Qualquer habitante do planeta que leia esse texto e busque ali uma esperança para um futuro mais verde e mais justo se frustrará entre tantas palavras dúbias e vazias.
O governo brasileiro, que liderou as negociações, mostrou sua verdadeira face para o mundo ao comemorar que fechou um texto – mesmo sem conteúdo. E Dilma Rousseff ainda destacou, como grande realização, evitar um retrocesso em relação à ECO-92. No momento em que o planeta se encontra, com recursos naturais consumidos num ritmo mais alto do que permite sua recuperação, com crise de empregos sustentáveis para jovens e mais desigual, a fala da presidente é no mínimo uma disfunção cognitiva.
Mais de 190 países mandaram representantes para o Rio para buscar soluções para problemas ambientais e sociais, não para exaltarem as belezas da cidade – como muitos fizeram em suas falas na conferência. E, depois de usarem o palco montado pelo Brasil, voltam para seus países com um sorriso no rosto, enquanto suas populações continuam sem comida, sem justiça e sem um ambiente saudável para viverem.
Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Compromisso-zero/
domingo, 24 de junho de 2012
A direção do CIEP 131 Jardim Leal, Duque de Caxias, realizou no dia 20 de junho, junto aos alunos do 5º ao 9º ano, uma feira de sustentabilidade com o tema "Projeto Educação Ambiebtal para um Brasil de Todos", levando o conhecimento da RIO+20 e meios sustentáveis para os pais dos alunos e seua familiares.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Reciclagem de computadores, como funciona?
O lixo eletrônico é um dos grandes problemas da atualidade. Segundo dados do Greenpeace, por ano, são produzidos até 50 milhões de toneladas desse tipo de dejeto no mundo inteiro. E o volume vem crescendo em 5% ao ano na Europa. A questão principal não é a só que esse lixo ocupe muito espaço, o grande perigo é que a maior parte dos aparelhos eletrônicos usa em sua fabricação metais tóxicos, como mercúrio, chumbo e cádmio. "Quando um computador vai para o aterro sanitário, essas substâncias reagem com as águas da chuva e contaminam os afluentes e o solo", alerta Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico da instituição.
A princípio, todos os componentes do microcomputador e do monitor podem ser reciclados. Até mesmo as substâncias tóxicas, como o chumbo, são reaproveitadas na confecção de novos produtos, como pigmentos e pisos cerâmicos. "A ideia é que, além de evitar que o metal contamine o solo, ele volte para a linha de produção. Assim, não é preciso tirar mais minérios da natureza", afirma Tereza Carvalho. Porém, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro. O que acontece é que, em geral, as empresas são especializadas na reutilização de apenas um tipo de material, como placas, plástico ou metais. Assim, quando uma máquina chega a esses lugares, o que interessa é aproveitado e o restante tem destinação incerta. É por isso que a USP está implantando o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico, que deve entrar em funcionamento em agosto. Lá, a equipe vai fazer a separação dos materiais e destiná-los para as empresas especializadas, fazendo com que nada seja descartado. "Existe uma falta de consciência sobre esse assunto, mas temos de pensar que, só em 2008, foram vendidos 12 milhões de computadores e que, daqui a cinco anos, eles vão virar sucata", diz a professora.
No Brasil, a questão da destinação de aparelhos elétricos começou a ser discutida só agora, com um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo e que prevê que os fabricantes, importadores e comerciantes sejam responsáveis por recolher e destinar o lixo eletrônico. Porém, Tereza Carvalho explica que a iniciativa é válida, mas não resolve o problema, já que trata apenas de computadores, monitores e produtos magnetizados. Sistemas de rede e parques de telefonia ficaram de fora. "Na Europa, que está bem avançada no assunto, desde 2002, existem leis que obrigam os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos. Além disso, só podem ser fabricados micros verdes", diz a professora. Para um computador ser considerado verde, ele precisa ter um sistema de economia de energia, ser produzido dentro de padrões de gestão ambiental e não ter chumbo em sua composição. No Brasil, algumas marcas já oferecem essa opção, mas o mercado ainda é muito pequeno. "É muito importante divulgar o problema e alertar os consumidores para, primeiro, nunca darem aparelhos velhos aos sucateiros, que só vão retirar as partes que podem vender, o resto jogam fora. O ideal é que os usuários deveriam comprar apenas micros verdes. Se houver a demanda, todas as empresas vão ter que se adequar", finaliza Tereza Carvalho.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Material Informática Educativa
Estudo
para prova INFORMÁTICA EDUCATIVA
Informática Aplicada á educação:
Trata-se do uso de aplicativos da informática em trabalhos de controles
administrativos.
Informática na educação: Trata-se
da utilização da informática através de softwares desenvolvidos para dar
suporte a educação.
Informática educacional: Trata-se do uso do computador como uma ferramenta de auxilio para pesquisar e estudo .
Informática educativa: Trata-se do uso da informática como suporte incentivando a descoberta tanto do aluno quanto do professor.
Informática educacional: Trata-se do uso do computador como uma ferramenta de auxilio para pesquisar e estudo .
Informática educativa: Trata-se do uso da informática como suporte incentivando a descoberta tanto do aluno quanto do professor.
Pegogia Waldorf: A ausência de tecnologias voltadas para a informática com o uso
do computador, sendo substituídas por atividades artísticas e artesanais e
lúdicas.
Webquest :É um projeto que envolve
pesquisas, de preferência em sites, sobre o tema que será desenvolvido para a
execução de uma tarefa. Elementos: Introdução, tarefa, processo, recursos,
avaliação e conclusão.
Objeto
de aprendizagem: É um recurso que auxílie na
aprendizagem de algum conceito, e que ao mesmo tempo estimule o desenvolvimento
de capacidades pessoais.
PUA : Política de utilização aceitável:
É um acordo moral, com qualidade legal, entre pais, professores, alunos e
diretoria de uma determinada instituição educacional, cujo o objetivo é o
comprometimento de respeitar os regulamentos estipulado no mesmo.
Instrucionismo:
caracteriza-se pelo uso do computador como máquina de ensinar e consiste na
informatização dos métodos de ensino tradicional.Ex: tutorial(máquina que
ensina).
Construcionismo:
É quando o aluno constrói por intermédio do computador seu proprio
conhecimento, o aluno interage com o computador passando informações para a
maquina e se estabelece um ciclo: descrição, execução, reflexão, depuração e
descrição.(máquina ensinada).
O plano de aula:
é caracterizado pela descrição específica de tudo que o professor realizará em
classe durante as aulas de um período específico.
Etapas para planejamento de aula:
A-
Conceitos: O conteúdo a ser
aplicado.
B-
Objetivos: O professor define as
competências a serem desenvolvida nos alunos. EX :compreensão do conteúdo
aplicado.
C-
Metodologia( Desenvolvimento das
atividades/Procedimentos)
Ex: organização do ambiente. as
atividades serão em dupla, em grupo e etc.
D-
Recursos didáticos: Material usado
para desenvolver a aula.
E- Avaliação: Critério
usado para saber se os alunos alcançaram o resultado esperado de acordo com o
plano de aula.
Avaliação Quantitativa - estabelece padrões de comportamento que possam ser medidos através de números.
Avaliação Qualitativa - estabelece padrões de comportamento verificados através de fatos observáveis.
tipos de questões:
Avaliação Qualitativa - estabelece padrões de comportamento verificados através de fatos observáveis.
tipos de questões:
- Tipo Falso/Verdadeiro ou Certo/Errado
Neste tipo de questão, o Instrutor apresenta uma proposição sobre a qual o aluno deverá decidir se a mesma é VERDADEIRA (V) ou FALSA (F). Devem ser usadas em pequenas quantidades.
- Múltipla Escolha
Consiste de um enunciado e diversas alternativas de respostas. O
enunciado, normalmente, é uma pergunta, uma sentença incompleta ou um
problema.
- Lacuna ou completamento
- Associação/Relacione
Nesse tipo de questão são apresentadas várias palavras ou símbolos numa
coluna denominada coluna-proposição (indicada por “A” ou “I”) para
que o aluno associe com outras palavras ou símbolos constantes de uma
segunda coluna denominada “coluna-resposta” (indicada por “B” ou
“II”) .
- Dissertativas
- Subjetivas
Essa Postagem obteve a participação de todos os construtores desse blog.
domingo, 17 de junho de 2012
O VENENO ESTÁ NA MESA
O documentário “O veneno está na mesa” de Silvio Tendler, foi lançado dia 25 de agosto no Rio de Janeiro. Com o propósito de alertar a população sobre a quantidade de agrotóxico usado nos alimentos, revelar a pressão das autoridades sobre a ANVISA, as doenças causadas pela mistura e falta de conhecimento dos agricultores na dosagem dos agrotóxicos.
O documentário expõe os perigos em forma de entrevistas com agricultores, trabalhadores e pesquisadores da área da saúde. São mostrados também fatos inéditos sobre os agrotóxicos, como a transnacionais fazem os agricultores reféns de suas sementes modificadas geneticamente. Além da falta de incentivo governamental para a produção orgânica de alimentos e incentivo fiscal para a produção com agrotóxicos.
“O veneno está na mesa” foi disponibilizado na Internet, e você pode assistir no Youtube. O documentário tem duração de 60 minutos. Link abaixo:
Assinar:
Postagens (Atom)







